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Vamos nos permitir?

Quando o assunto é viagem e relacionamento

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Algumas pessoas parecem que nascem para o mundo, já outras trocam o que for necessário pelo conforto do lar. O primeiro não gosta de rotina, prefere a surpresa de um lugar novo à garantia daquele velho e bom point. O segundo não quer arriscar de forma alguma, porque trocar o certo pelo duvidoso?! O primeiro quer conhecer pessoas, ser livre, e curtir com quem encontrar no caminho. O segundo só quer saber de chegar em casa e jantar com aquela pessoa especial, com quem pretende dividir os próximos dias ou anos de sua vida. 

Vamos nos permitir?

Eis que, em um certo momento, os dois se encontram. Por que não? Não dizem que os opostos se atraem? Aí o viajante precisa permitir-se criar um pouquinho de raízes ou o acomodado a criar algumas asas. Ou a corda pende para um lado ou procura-se um equilíbrio. O tal equilíbrio aquele, tão falado e pouco alcançado. 

O viajante, que nunca sonhou em ter casa, passa então a achar interessante o fato de ter para onde voltar. O acomodado, pela primeira vez, pode sentir o efeito da adrenalina segurando na mão de alguém, e sentiu-se confiante. 

Vamos nos permitir?

No exercício de conhecer o universo alheio, um e outro puderam se dar conta de que, no fim, aquele tipo de situação não era tão ruim quanto imaginara. E até passaram a achar interessante, o cenário novo que o parceiro lhe apresentara. 

Até que, em um dado momento, fica difícil lidar com as distâncias (físicas e mentais), e vem alguém lhe informar que, afinal, vocês não davam mesmo muito certo. E você volta a imergir naquela que considera sua realidade, e planejar o que de fato seria o parceiro(a) ideal. Mas, no fundo, fica aquela eterna busca da adrenalina ou do lar para retornar.

Vamos nos permitir?

Aí se dá conta de que, talvez não tenha sido contagiado pelo parceiro(a), mas o buscara justamente porque procurava por aquele elemento para apaziguar a sua vida. E se não tivesse se permitido, não teria nem se dado conta disso. 

Relacionar-se é um eterno processo de se autoconhecer através do outro. Pode ser que não dê certo a convivência juntos, mas no mínimo você tem algo a aprender. Liberdade não é ser solteiro, liberdade é poder fazer suas próprias escolhas de modo consciente. Liberdade é saber aquilo que te deixa feliz.  

Ao programar uma viagem, você imagina como ela seria. Mas a verdade é que você não sabe quem encontrará no caminho, como vai agir e o que vai sentir. Você pode se permitir viver isso, aceitar suas escolhas, e ser capaz de conviver com as consequências.. sejam elas positivas ou negativas. O fato é que, permitindo-se ou não, você estará conhecendo muito sobre você.    

Vamos nos permitir?

Questionado sobre o motivo de não estar casado, o rapaz responde: “acho que ainda estou esperando a garota certa”. O autor da pergunta então lhe diz: “There isn’t a right girl man, there is only the right you.. if you are not right about yourself, you won’t recognize her” 

                                                                             (Trecho de vídeo “Live the road. Love the journey.” Autor Gean Skrebsky)

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