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Viajar Sozinha

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Enquanto muitos choravam no final de Titanic, inconformados com a partida de Jack, minha atenção estava na sequencia de fotos no final do filme, mostrando que Rose fizera todas as aventuras pelo mundo que havia combinado de fazer com ele. Detalhe que pode ter passado desapercebido aos olhos de alguns, mas não dos meus. 

 Viajar Sozinha


Não muito tempo atrás, uma mulher viajando sozinha era algo raro de se ver. Lembro quando ouvia as histórias de meninos que faziam eurotrip e pensava: que sonho. Ainda bem que os tempos mudaram e hoje eu possa estar escrevendo sobre as minhas experiências de viagem, ainda com 28 anos de idade. 

Na Europa essa é uma prática mais comum, faz parte do costume, é cultural. Talvez não era para nós devido a alguns motivos: localização geográfica, linguagem, vulnerabilidade social… mas mais do que isso, me lembro de sempre ouvir que viajar era um luxo e nunca me disseram o quanto uma viagem pode influenciar no desenvolvimento pessoal de uma pessoa, até ter minha primeira vivência. 

Viajar Sozinha 


Hoje, essa crença tem mudado, e somos responsáveis por essa mudança e como ela vai perpetuar no futuro. Costumo dizer que viajar é fazer uma jornada para dentro da gente. E viajar sozinha pode nos ensinar coisas sobre nós mesmas que, possivelmente, levaríamos muito mais tempo para nos dar conta dentro do nosso “mundinho”. 

Viajar sozinha é ter uma ideia e colocar em prática sabendo que pode dar errado; é ter plano a b e c; é perceber como a gente lida com o novo e com o imprevisível; é ter força, coragem e determinação; é conhecer os próprios limites; é saber lidar com as emoções; é perder as raízes e achar outras fontes para se nutrir; é ver coisas que não tem como registrar; é falar com estranhos como se fossem amigos de infância; é viver cada momento; é se questionar sobre o certo e o errado; é dar-se conta que não sabe se definir; é recontruir-se; é morrer várias vezes com a oportunidade de nascer de novo, diferente, em uma melhor versão. 

Mas o mais importante que tudo isso, viajar sozinha é quebrar paradigmas. Mostrar a si mesma (e a sociedade) que é capaz, que pode lutar por seus sonhos, e que não tem o destino pré definido. É ver com os próprios olhos a dimensão do mundo e não se restringir a uma parte dele.   

 Viajar Sozinha


É muito cômodo imaginarmos as coisas, sentadas no sofá de nossa casa. Então eu contradigo qualquer um que ainda ache que viajar é um luxo, pois é uma necessidade. Sair da zona de conforto de nossas mentes, quebrar com nossas concepções de dependência e fragilidade. 

Por mais triste que seja a história, para mim a Rose teve um final feliz.   

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